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Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Os sonhos não dão tempo para parar

O sonho é o que de melhor temos de realidade.


São os sonhos que nos fazem seguir para a frente, numa busca constante por algo.


Mas, não são apenas os sonhos que temos quando dormimos que nos transportam para uma realidade paralela onde tudo é diferente e possível. São também os sonhos que temos quando fechamos os olhos e viajamos para onde a nossa mente nos levar. E são os sonhos que temos como metas. São esses que não nos deixam perder o rumo, que estão no horizonte, que nos fazem seguir e conquistar.


Ignorarmos os nossos sonhos, pondo-os debaixo do tapete, escondendo-os, vai fazer com que eles nos persigam e, por diversas vezes, nos façam tropeçar e cair, para logo depois nos levantarmos e continuarmos. Os sonhos não dão tempo para parar!


E seguimos, caindo, levantando e tropeçando, sem nunca perder o rumo, nem a esperança de um dia melhor, de algo mais que nos conduza à felicidade, àquilo que procuramos e que nos dá estabilidade.


Os sonhos são pequenas utopias que se transformam em seres que existem e que querem viver, com tudo aquilo a que têm direito.


São dias solarengos, leves, lindos, amenos, que comandam a vida para a eternidade.


São o amor infinito, constante, universal, que comanda a humanidade para uma nova manhã.


E, sim, eu também tenho um sonho... Sonho que nunca deixarei de sonhar...

 

 

 

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Três dias, trinta crianças e muita alegria

Há coisas que não podemos simplesmente ignorar...

Sejam alguns chuviscos nas manhãs de verão, um mergulho debaixo do luar e céu estrelado ou apenas uma guitarra que rasga notas musicais num cenário bucólico e bem disposto.

 

Há sorrisos que enternecem, no meio das traquinices, os corações que se enchem de alegria e carinho.

E claro que há sempre espaço para aqueles abracinhos que nos envolvem na amizade e que dão o alento para mais um dia, para mais uma aventura.

 

Foram três dias, trinta crianças e muita alegria!

Muitos mergulhos, muitos saltos, brincadeiras e gargalhadas!

Entre partilhas de marmitas, camisolas perdidas, meias penduradas e lenços esquecidos, as memórias não se perdem. Criam-se novas oportunidades de comunhão, de aprendizagem, de ser verdadeiro e de melhor servir.

 

Na brincadeira, que nasce no amanhecer e tranquiliza no entardecer, há tanta vivacidade que não se pode parar e apenas ignorar o que está a acontecer à nossa volta.

 

São três dias e trinta crianças. É muito trabalho que se recompensa com amizade, com carinhos, beijinhos e abracinhos.

 

Sim, vale a pena parar a rotina e entregarmo-nos à aventura de ser escuteiro.

Vale sempre a pena servir e ter sempre a melhor vontade para ser feliz!

 

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