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Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

A arte de sermos nós mesmos

Deixar que os outros nos definam é o mesmo que permitir que nos moldem à sua imagem e semelhança.

 

Como se fossem um novo deus, que cria um novo ser e que nos desenha como se fossemos a sua melhor arte.

 

Ora, permitir que os outros orientem as nossas ações, definam os nossos sentimentos, ou a forma como devemos expressá-los, é dotar o outro de um poder que não cabe a mais ninguém se não a nós mesmos.

 

Levei muito tempo a perceber isso.

 

Precisei de passar por muitas experiências, umas melhores do que outras, para perceber que me devo moldar à minha maneira, à minha própria imagem e semelhança.

 

Não quero ser deus de mim mesma (até porque acredito em Deus), mas quero ter o poder e assumir que posso definir-me de acordo com as minhas próprias ações, emoções, sentimentos e aprendizagens.

 

Hoje ouvi uma frase interessante, daquelas que se ouve quando vais tomar café, que me deixou a pensar: «Não deixes aqueles que amas definirem a forma como deves amar».

 

É profundo, é real e leva à reflexão.

 

Como? Pois, isso é mais difícil de responder. Mas, a verdade, é que devemos ser nós a desenhar a nossa própria arte. Todos somos artistas. Afinal de contas, a arte é sujbetiva.

 

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