Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Atualidade: O chato de ser vestido

Ontem comecei por escrever um post sobre as coisas chatas da vida, mas ficou demasiado aborrecido, então mudei de assunto. Vou falar de vestidos que é um assunto mais feminino e, tal como as chatices e o crime, fazem parte do dia a dia.

 

Apesar da beleza de alguns, os vestidos também nos põem em situações aborrecidas, vulgo, chatas. Ora vejamos o caso do botão da Sílvia Alberto ou da falta de tecido no vestido da Catarina Furtado...

 

Os vestidos estão sujeitos a tendências e a cor anunciada pela Pantone foi o Greenery, um tom forte de verde que, segundo a ELLE, «se depender dos estilistas internacionais do Resort 2018, vai bombar, sim!». O que não nos podemos esquecer é de antes de vestirmos a indumentária providenciarmos a operação mãos sujas, porque, sobretudo os grandes vestidos que se apresentam nas passadeiras vermelhas são emprestados e não convém sujá-los...

 

Sou curiosa, por natureza, por passadeiras vermelhas. Deve ser por nunca ter pisado uma... São momentos que me deixam intrigada. Um desfile de vestidos lindos, ou nem tanto (não vou tecer qualquer comentário à Met Gala) que fazem as suas modelos parecerem lindas, exuberantes, sacos de batatas, ou simplesmente, como vieram ao mundo... sim, as transparências estão a ganhar terreno e não deve tardar para surgir um movimento que exija legislação para cada um andar nu por aí. É uma questão de tempo, apenas. Talvez ainda ninguém se tenha lembrado. Espero que este post não inspire ninguém, pois seria chato...

 

Por outro lado, o que deve ser chato são as dores nos pés provocadas pelos sapatos, alguns tão desconfortáveis que têm de ser uns números acima para prever o inchaço nos pés. E, entretanto, pessoas como eu, comentam e analisam, como se a passadeira vermelha de Cannes fosse mais importante que os filmes que lá concorrem pela Palma de Ouro, no entanto, como o tema da atualidade é o ser chato, não deve ter mal, porque chato por chato, mais vale vestidos que sopapos...

 

 

Valha-nos Jesus! Que em tempos em que as cruzes já não existem para crucificar, utiliza-se as cabeçadas para fazer valer a vontade de quem acha que está certo...

 

 

greenery.jpg