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Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Carta aberta a todas as mães

Àquelas que geraram novas vidas ou que permitiram que outras renascecem nos seus corações através do Amor;

 

Àquelas a quem nos entregámos por sentir proteção e carinho;

 

Àquelas que nos alimentaram a partir de si e que se deram inteiramente;

 

Àquelas a quem as lágrimas caíram quando nos deixaram na escola pela primeira vez;

 

Àquelas que não dormem porque choramos desde o primeiro dia das nossas vidas;

 

Às que nos deram a última fatia de bolo ou o pedaço de chocolate e que nos obrigaram a comer os legumes e sopa;

 

Às que nos levaram a passear pelo parque e largaram as nossas mãos para sentirmos a liberdade, para cairmos e superarmos as adversidades, ainda que a vontade tivesse sido amarrarem-nos nos abraços apertados;

 

Às Mulheres fortes que nos suportaram desde que nascemos e, sempre que precisamos de colo, ainda que sejamos adultos, nos carregam como se fossemos bebés com apenas 3 quilos;

 

Àquelas que têm o beijo mais doce e que sorriem porque estamos felizes;

 

Às Mulheres que cuidam das nossas necessidades e ainda preparam a nossa refeição de eleição, apesar do dia de trabalho ter sido doloroso e se sentirem esgotadas;

 

Àquelas que, mesmo na dor, desenham sorrisos nos seus rostos para que as vejamos sempre felizes;

 

Às nossas heroínas, Mulheres de eleição e Amigas para a vida.

 

Às nossas Mães de sangue e de coração.

 

À minha mãe por todo o Amor e Entrega,

Um feliz Dia da Mãe!

 

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P.S. Texto comemorativo do 1.º aniversário do blog «Mantinha do Ego». As mães foram o nosso primeiro tema e agora, um ano depois, surge novamente com nova reflexão e partilha.