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Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Mantinha do Ego

Pequenos retalhos que cobrem o alvorecer de dois quotidianos...

Estar feliz é quase tão bom como uma cerveja fresca numa tarde de verão

Experienciar a felicidade é tão efémero como olhar para o relógio e ver que o tempo não para.

 

Sentirmo-nos felizes é algo tão passageiro que se torna difícil de definir.

 

E definir felicidade é tão desafiante como escalar o Evareste.

 

Vamos facilitar as coisas.

 

Estar feliz é diferente de ser feliz. Uma é um estado de espírito, a outra é simplesmente assumir que a felicidade faz parte de nós, como traço de personalidade que nos define.

 

Por esta lógica, todos queremos ser felizes. Não como desejo a prazo para a vida, mas no momento presente e em todos aqueles que vamos viver.

 

Vou ser do contra, apenas porque acho que estar feliz é mais genuíno do que ambicionar ser sempre feliz.

 

Gosto dos estados de melancolia, de nostalgia. Poder experienciar diferentes estados de espirito é aquilo que me permite aproveitar e valorizar os de euforia ou melhor, de felicidade.

 

Então vamos apenas estar felizes. Aproveitemos para fazer um brinde à felicidade, aquela coisa difícil de definir, mas que, quando de sente, sabe tão bem como uma cerveja fresca, num tarde de verão calorosa em frente ao mar. Isso sim, é felicidade!

 

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